Guarda o teu coração


Vladimir Chaves

Em Provérbios capítulo 4, Salomão fala como um pai que ensina o filho a escolher o caminho da sabedoria. Ele não está apenas dando conselhos morais, mas mostrando que a vida é construída a partir das decisões interiores. É nesse contexto que surge a advertência: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração.”

O coração, na Bíblia, representa o centro da vida: onde nascem os pensamentos, as intenções, os desejos e as escolhas. Antes de qualquer atitude visível, algo já aconteceu dentro do coração. Por isso, Salomão ensina que o maior cuidado do ser humano não deve ser com o exterior, mas com o interior.

Guardar o coração não significa endurecê-lo, mas protegê-lo. É vigiar o que permitimos entrar: palavras que ouvimos, conselhos que seguimos, sentimentos que alimentamos. Quando não cuidamos do coração, ele se torna vulnerável à amargura, ao orgulho, à inveja e à distração espiritual. E, pouco a pouco, essas coisas moldam nossa maneira de viver.

O texto afirma que do coração “procedem as fontes da vida”. Isso quer dizer que a direção da vida nasce de dentro. Um coração alinhado com a sabedoria de Deus produz atitudes corretas, palavras que edificam e decisões que geram paz. Já um coração desgovernado conduz a caminhos confusos e dolorosos.

Salomão nos lembra que quem deseja uma vida estável, sábia e abençoada precisa começar pelo lugar certo. Deus trabalha de dentro para fora. Quando o coração é guardado, a vida encontra direção.

Cuidar do coração é um exercício diário de fé, vigilância e obediência. É permitir que a Palavra de Deus seja o filtro das emoções e das decisões. Porque, no fim, quem guarda o coração, preserva a própria vida.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

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A responsabilidade bíblica de pregar sem distorcer


Vladimir Chaves

Jesus nos confiou uma missão clara e inegociável: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15). Não se trata de uma sugestão, mas de uma ordem. O evangelho não é propriedade da igreja, do pregador ou da época; ele é a boa notícia de Deus para toda a humanidade e deve ser anunciado com fidelidade.

Pregar o evangelho é mais do que falar de Deus. É transmitir exatamente aquilo que Ele revelou em sua Palavra. Por isso, o alerta solene do Apocalipse ecoa com força: “Se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida” (Apocalipse 22:19). Essa advertência nos lembra que não temos autoridade para adaptar, omitir ou suavizar a verdade para torná-la mais conveniente ou aceitável.

Vivemos tempos em que muitos querem um evangelho ajustado aos próprios desejos, sem confronto, sem arrependimento e sem compromisso. No entanto, o verdadeiro evangelho transforma, corrige, consola e salva; tudo isso ao mesmo tempo. Retirar partes da Palavra ou acrescentar ideias humanas é comprometer a mensagem e desonrar Aquele que a confiou a nós.

A fidelidade na pregação também nasce da expectativa da volta de Cristo: “Certamente cedo venho” (Apocalipse 22:20). Saber que Jesus voltará nos chama à responsabilidade, à vigilância e à seriedade no anúncio da verdade. Cada palavra pregada deve refletir reverência, amor pelas almas e obediência às Escrituras.

Pregar o evangelho com fidelidade é um ato de amor a Deus e ao próximo. É anunciar a verdade completa, sem medo e sem adulterações, confiando que a Palavra do Senhor é suficiente e eficaz para cumprir o propósito para o qual foi enviada. Que nossa resposta seja a mesma da igreja: Amém. Vem, Senhor Jesus.

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Paz seja nesta casa.


Vladimir Chaves


“Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: Paz seja nesta casa.”  Lucas 10:5

Essa não é apenas uma frase bonita ou um cumprimento educado. É uma declaração que carrega fé, esperança e propósito espiritual.

Quando Jesus ensinou seus discípulos a dizerem essas palavras ao entrarem em um lar, Ele estava mostrando que a verdadeira paz não vem das circunstâncias, mas da presença de Deus. É uma paz que acalma corações, organiza pensamentos e traz descanso à alma.

Dizer “paz seja nesta casa” é desejar que aquele ambiente seja um lugar de acolhimento, e não de conflito; de diálogo, e não de gritos; de fé, e não de medo. É pedir que Deus governe cada relacionamento ali dentro, trazendo equilíbrio, perdão e amor.

Essa paz não é forçada. Ela permanece onde há corações abertos. Onde há humildade, ela repousa. Onde há resistência, ela retorna. Isso nos ensina que a paz de Deus é um presente, não uma imposição.

Que essa palavra seja mais do que uma frase dita ao entrar em um lar. Que ela seja uma oração sincera, um compromisso diário e um desejo constante: que a presença de Deus transforme a casa em um lugar de descanso, e os moradores em instrumentos dessa mesma paz.

Paz seja nesta casa.

E que essa paz comece dentro de cada coração.

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89 atingidos por um raio, nenhuma perda de vidas: um milagre em Brasília que revela que Deus está agindo.


Vladimir Chaves

Naquele domingo, em meio à chuva intensa que caía sobre Brasília, algo extraordinário aconteceu. Um raio atingiu um grande grupo de pessoas reunidas próximo ao Memorial JK, durante um ato de clamor por Deus e pela nação. Ao todo, 89 pessoas foram atingidas, o maior número já registrado na história do Brasil. Humanamente falando, o desfecho poderia ter sido trágico. Mas não foi.

Apesar da gravidade do ocorrido, mais de 80 pessoas precisaram de atendimento e nenhuma ficou em estado grave. Não há notícia, no Brasil ou em qualquer outra parte do mundo, de um episódio com proporções semelhantes sem um único óbito. Diante disso, a razão se curva e o coração reconhece: foi o agir de Deus.

A Palavra nos ensina que o Senhor não é indiferente ao clamor do Seu povo. Ele vê, ouve e responde. A Bíblia declara:

“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2 Crônicas 7:14).

Aquele ato não era apenas uma reunião pública; era um clamor coletivo, um pedido sincero para que Deus sare o Brasil, livrando a nação da corrupção, da injustiça e da opressão. E, mesmo em meio ao perigo, Deus respondeu com misericórdia. O raio caiu, mas a morte não teve autorização para agir.

A Escritura afirma:

“O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra” (Salmos 34:7).

O livramento vivido naquele dia aponta para essa verdade. Não foi sorte, não foi acaso, não foi coincidência. Foi proteção divina em meio ao caos.

Deus continua soberano sobre a natureza e sobre a história. Como diz o salmista: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia” (Salmos 46:1).

O episódio em Brasília se torna, assim, um sinal, um chamado à reflexão. Deus mostra que está atento ao clamor sincero, que preserva vidas e que continua falando com a nação. O raio atingiu muitos, mas a mão do Senhor foi mais forte que o perigo.

Que esse acontecimento desperte no Brasil não apenas espanto, mas arrependimento, fé e esperança. Porque quando o povo ora, Deus age. E quando Deus age, até o que poderia ser tragédia se transforma em testemunho vivo da Sua graça.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

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Quando Deus escolhe não lembrar


Vladimir Chaves

Quando Deus declara: “Dos seus pecados e das suas iniquidades não me lembrarei jamais” (Hb 10:17), Ele está afirmando algo que transforma completamente a vida de quem crê. Não se trata de um perdão parcial ou provisório, mas de uma decisão eterna baseada na obra perfeita de Cristo na cruz.

Muitas vezes, o ser humano continua preso ao passado, revivendo erros que Deus já apagou. Mas a Palavra nos ensina que, quando há arrependimento sincero e fé em Jesus, o pecado deixa de ser um registro ativo diante de Deus. Aquilo que antes nos acusava perde a força, porque foi colocado sobre Cristo.

Essa verdade nos chama a descansar na graça. Se Deus não se lembra mais do que foi perdoado, não faz sentido viver sob o peso da culpa. A cruz não apenas perdoa, ela encerra o capítulo do passado e abre espaço para uma nova caminhada.

Ao mesmo tempo, esse perdão não nos leva à negligência espiritual, mas à gratidão e à obediência. Quem compreende a profundidade da graça passa a viver com mais responsabilidade, desejando agradar a Deus não por medo, mas por amor.

Assim, Hebreus 10:17 nos convida a olhar para frente. Em Cristo, o passado não nos condena, a culpa não nos define e o futuro está firmado na misericórdia de Deus. Viver essa verdade é caminhar em liberdade, fé e esperança.

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Crer em Cristo é descansar no amor do pai


Vladimir Chaves



Às vezes imaginamos Deus como alguém distante, difícil de alcançar, sempre exigindo mais do que conseguimos oferecer. Mas João 16:27 quebra essa imagem e nos convida a enxergar o coração do Pai de forma simples e real: “o próprio Pai vos ama”.

Jesus fala isso aos discípulos num momento delicado, quando eles estavam confusos e inseguros. Mesmo assim, Ele deixa claro que o amor de Deus não estava em risco. Não dependia da força deles, nem da perfeição da fé, mas do fato de que eles haviam crido em Cristo. Isso traz descanso ao coração.

Essa palavra continua atual. Em meio às lutas diárias, erros e preocupações, é comum pensar que precisamos “fazer mais” para que Deus nos aceite. Porém, Jesus nos lembra que o Pai já nos ama. A fé em Cristo não serve para convencer Deus a nos amar, mas para nos fazer perceber um amor que já existe.

Quando cremos que Jesus veio de Deus, passamos a viver uma relação verdadeira, baseada na confiança e não no medo. Oramos com mais sinceridade, caminhamos com mais esperança e enfrentamos as dificuldades com a certeza de que não estamos sozinhos.

João 16:27 nos ensina que o amor do Pai é direto, próximo e constante. Mesmo quando tudo parece instável, essa verdade permanece firme: Deus nos ama, e esse amor é o fundamento da nossa fé e da nossa caminhada diária.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

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Alistados para a guerra espiritual


Vladimir Chaves


Não é para brincar de crente que fomos chamados para o exército de Cristo. O chamado do Senhor não é um convite para uma vida superficial ou distraída, mas para um compromisso sério com o Reino de Deus.

A Palavra nos orienta claramente:

“Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo. Ninguém que milita se embaraça com os negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra.” (2 Timóteo 2:3-4)

Ao seguirmos a Cristo, entramos em uma batalha espiritual diária. Lutamos contra o mundo, que tenta nos moldar longe de Deus; contra a carne, que insiste em nos afastar da obediência; e contra o diabo, que trabalha para enfraquecer nossa fé.

O bom soldado de Cristo aprende a suportar as dificuldades sem perder o foco. Ele entende que sua missão é maior do que os prazeres momentâneos e que agradar a Deus deve estar acima de qualquer interesse pessoal.

Ser parte do exército de Cristo é viver com vigilância, perseverança e fidelidade. É permanecer firme nas lutas, confiando que o Senhor capacita e fortalece aqueles que foram chamados para servi-lo com verdade e dedicação.





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Os males das divisões e dos fuxicos na casa do Senhor


Vladimir Chaves

A Igreja de Cristo foi edificada para ser um corpo unido, vivo e saudável, onde cada membro coopera para o crescimento espiritual de todos. Contudo, um dos maiores males que podem atingir a casa do Senhor não vem de fora, mas de dentro: as divisões e os fuxicos que encontram espaço onde deveria haver maturidade, discernimento e amor.

A Palavra de Deus é clara ao alertar sobre os perigos da divisão. O apóstolo Paulo exortou a igreja de Corinto dizendo:

“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós divisões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer” (1 Coríntios 1:10).

Quando a divisão se instala, o foco deixa de ser Cristo e passa a ser pessoas, opiniões, grupos e preferências. O corpo perde força, a comunhão é enfraquecida e o testemunho da Igreja diante do mundo é manchado. Jesus mesmo declarou:

“Todo reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mateus 12:25).

Entre os instrumentos mais silenciosos e destrutivos da divisão estão os fuxicos, as murmurações e as palavras lançadas sem temor. A Bíblia adverte:

“O mexeriqueiro revela o segredo, mas o fiel de espírito encobre o negócio” (Provérbios 11:13).

O fuxico não apenas fere relacionamentos, mas contamina ambientes espirituais, gera desconfiança e apaga o amor fraternal. E quando tais palavras são absorvidas por quem deveria liderar, o dano se torna ainda maior. A liderança chamada por Deus deve ser guardiã da unidade, não receptora de contendas.

A Escritura orienta que o líder seja alguém que governa bem a própria casa e age com equilíbrio espiritual:

“Não aceites acusação contra um presbítero, senão com duas ou três testemunhas” (1 Timóteo 5:19).

Quando líderes dão ouvidos a fuxicos, sem discernimento ou critério bíblico, correm o risco de tomar decisões baseadas em emoções, parcialidades ou informações distorcidas. Isso compromete a edificação da Igreja e entristece o Espírito Santo, pois:

“Nenhuma palavra torpe saia da vossa boca, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem” (Efésios 4:29).

Deus abomina a semeadura de contendas entre irmãos, como afirma a Palavra:

“Estas seis coisas o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina: … o que semeia contendas entre irmãos” (Provérbios 6:16,19).

A Igreja cresce quando há amor, verdade e unidade. O Salmo declara:

“Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união” (Salmos 133:1).

Portanto, que cada cristão vigie suas palavras e atitudes, e que cada líder exerça seu chamado com temor, sabedoria e discernimento espiritual. A casa do Senhor não é lugar de divisões, mas de cura; não de fuxicos, mas de edificação; não de disputas, mas de comunhão em Cristo, que é o cabeça da Igreja (Colossenses 1:18).

Que a oração de Jesus continue ecoando em nossos dias: “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti” (João 17:21).

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O gesto de Nikolas Ferreira e um chamado que começa nos joelhos


Vladimir Chaves

Os acontecimentos recentes no Brasil nos convidam a uma reflexão que ultrapassa o campo político e alcança o espiritual. À luz de Jeremias 29:12, somos lembrados de que a verdadeira transformação de uma nação não tem início em discursos eloquentes ou estruturas de poder, mas na invocação sincera e humilde ao Senhor.

Uma caminhada iniciada de maneira simples e solitária pelo deputado Nikolas Ferreira tornou-se o retrato de um princípio bíblico: quando alguém decide obedecer ao chamado de Deus, mesmo sem garantias humanas ou apoio visível, o Senhor é capaz de tocar e despertar muitos outros corações. O que se seguiu não foi a exaltação de pessoas ou ideologias, mas um clamor coletivo marcado por joelhos dobrados, quebrantamento e dependência de Deus.

Vivemos tempos que se assemelham a um verdadeiro exílio moral e espiritual. Há confusão de valores, injustiças que persistem e um progressivo distanciamento da oração e da fé vivida com compromisso. Assim como Israel durante o exílio babilônico, a sociedade corre o risco de se adaptar à crise em vez de clamar por restauração.

O gesto de milhares se ajoelharem carrega um profundo significado bíblico. Ajoelhar-se é reconhecer limites, admitir que as soluções humanas são insuficientes e declarar que a restauração de uma nação começa pela rendição a Deus. Não se trata de um símbolo vazio ou performático, mas de uma expressão pública de fé, humildade e dependência do Senhor.

Jeremias 29:12 estabelece um princípio inegociável: Deus responde à invocação sincera do seu povo. Não é o número de pessoas nem a visibilidade do ato que move o céu, mas corações alinhados com a vontade do Senhor. Quando o povo ora, Deus ouve; e quando Deus ouve, Ele age, ainda que seus caminhos não sejam imediatos ou plenamente compreendidos por nós.

Esse episódio deixa um alerta e, ao mesmo tempo, um chamado claro à Igreja: retornar à oração, reassumir sua responsabilidade espiritual e confiar que Deus continua soberano sobre a história. Grandes movimentos espirituais quase sempre começam de forma simples, silenciosa e improvável. E quando o povo de Deus volta a invocá-lo com sinceridade, Ele permanece fiel à sua promessa de ouvir, restaurar e sarar a terra.

Confiemos em Deus: Ele vai restaurar o Brasil

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Quando olho para trás, vejo a mão do Senhor


Vladimir Chaves

“Até aqui nos ajudou o Senhor.” 1 Samuel 7:12

Dizer “Até aqui nos ajudou o Senhor” é, para mim, muito mais do que repetir uma frase bíblica. É uma confissão sincera sobre a minha própria história. Quando olho para trás, percebo que não cheguei até aqui apenas por esforço, capacidade ou planejamento. Cheguei porque, em muitos momentos, quando me faltaram forças, foi Deus quem me sustentou.

Houve fases em que eu não tinha respostas, em que o medo falava mais alto e a esperança parecia frágil demais. Ainda assim, continuei caminhando. Não porque eu fosse forte, mas porque fui ajudado. Cada livramento, cada recomeço e cada porta que se abriu carregam a marca da graça de Deus sobre a minha vida.

Essa frase também me confronta. Ela me lembra que eu não sou autossuficiente e que não controlo tudo como imagino. Aprendo, dia após dia, que a verdadeira segurança está em depender do Senhor. Reconhecer que Ele me ajudou até aqui me ensina a ser grato pelo presente e humilde diante do futuro.

Para mim, essa declaração não fala apenas do passado, mas fortalece a minha fé no que ainda virá. Se Deus cuidou de mim nos dias difíceis, se me sustentou quando eu quase desisti, então posso confiar que Ele continuará comigo. O mesmo Deus que me ajudou até aqui não mudou.

Por isso, quando digo “Até aqui nos ajudou o Senhor”, estou dizendo que a minha vida não é fruto do acaso. É testemunho da fidelidade de Deus. E enquanto houver caminho pela frente, sigo confiante, não na minha força, mas na mão do Senhor que nunca deixou de me ajudar.

domingo, 25 de janeiro de 2026

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