“Crês isto?” – Uma pergunta que atravessa o tempo


Vladimir Chaves

“E todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. Crês isto?” João 11:26

Diante do túmulo de Lázaro, Jesus não oferece apenas palavras de consolo. Ele oferece verdade. Marta estava de luto, ferida pela dor da perda e limitada pelo entendimento humano da morte. Ela cria em Deus, cria na ressurreição no último dia, mas ainda não havia compreendido que a vida eterna estava ali, diante dela, em forma de pessoa.

Então Jesus declara algo profundo e transformador:

“Todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá.”

Essas palavras não negam a realidade da morte física. Todos nós a enfrentaremos. O que Jesus revela é que a morte não tem a palavra final sobre aqueles que creem n’Ele. Para o cristão, a morte deixa de ser um fim e passa a ser apenas uma passagem. O corpo descansa, mas a vida continua em Deus.

Quando Jesus fala de viver e crer, Ele nos convida a mais do que acreditar com a mente. Ele chama para uma fé que confia, que se apoia, que permanece mesmo quando a dor parece não ter explicação. Crer em Jesus é descansar na certeza de que, mesmo em meio ao luto, Ele continua sendo a vida.

A pergunta final de Jesus: “Crês isto?”, não foi feita apenas a Marta. Ela ecoa até hoje. É uma pergunta que atravessa o sofrimento, o medo e a incerteza. Crer nisso é confiar que a vida não termina no túmulo, que Deus não abandona os seus e que a esperança permanece viva mesmo quando tudo parece perdido.

João 11:26 nos ensina que a vida eterna não começa depois da morte, mas no momento em que cremos em Cristo. Quem está em Jesus já vive uma nova realidade: uma vida sustentada pela presença de Deus, marcada pela esperança e firmada na promessa de que a morte jamais poderá nos separar d’Ele.

Crer nisso muda a forma como enfrentamos a dor, o luto e o futuro. Porque quem crê em Jesus pode chorar, pode sofrer, mas nunca perde a esperança. A vida venceu a morte, e essa vida tem nome: Jesus Cristo.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

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Quando a tradição fala mais alto que a Palavra


Vladimir Chaves

Em Marcos 7:8-9, Jesus faz um alerta sério aos fariseus e líderes religiosos de seu tempo:

“Negligenciando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos homens. E disse-lhes ainda, Jeitosamente rejeitais o preceito de Deus para guardardes a tradição humana.” (Mc 7:8-9)

Essas palavras continuam extremamente atuais.

Naquele tempo, os fariseus e líderes religiosos não haviam abandonado Deus de forma direta. Eles continuavam frequentando o templo, orando, ensinando e mantendo uma aparência de fé. O problema estava em algo mais profundo: trocavam a obediência à Palavra por costumes religiosos. Aquilo que começou como uma tradição útil acabou se tornando uma regra maior do que o próprio mandamento de Deus.

Nos dias atuais, o risco é o mesmo. Muitas vezes, seguimos práticas religiosas porque “sempre foi assim”, sem perguntar se elas realmente refletem o ensino bíblico. Costumes, métodos e regras ganham status de doutrina, mesmo sem fundamento claro nas Escrituras. Quando isso acontece, a fé deixa de ser viva e se torna mecânica.

Jesus nos lembra que Deus não se impressiona com rituais vazios. Ele olha para o coração. É possível cantar, participar de reuniões, repetir frases bonitas e, ainda assim, estar distante da vontade de Deus. Quando a tradição substitui a Palavra, a fé perde seu propósito.

Isso não significa que toda tradição seja errada. O erro está quando ela ocupa o lugar da Bíblia, quando é usada para controlar pessoas, justificar injustiças ou impedir a prática do amor, da misericórdia e da obediência verdadeira.

O chamado de Jesus é claro: voltar ao essencial. Colocar a Palavra de Deus acima de costumes humanos. Avaliar nossas práticas à luz das Escrituras. Ter coragem de corrigir caminhos quando percebemos que estamos defendendo tradições, e não a verdade.

Nos dias de hoje, mais do que aparência religiosa, Deus busca corações obedientes, fé sincera e vidas alinhadas com a sua Palavra. A tradição pode permanecer, desde que nunca silencie a voz de Deus.

A fé verdadeira não se sustenta no “sempre foi assim”, mas no “assim diz o Senhor”.


quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

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Pregue a Palavra em todo tempo


Vladimir Chaves

Pregue a Palavra sem cessar. Este não é apenas um chamado aos púlpitos, mas a todo cristão que compreende a urgência do tempo em que vivemos. A Bíblia nos exorta: “Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo” (2 Timóteo 4:2).

Ou seja, não existe momento impróprio para anunciar a verdade do Evangelho.

Instar a Palavra é insistir com amor, perseverança e fidelidade, mesmo quando o coração humano resiste. Em um mundo cheio de opiniões, Jesus nos chama a permanecer firmes na Sua mensagem, pois “a palavra de Deus é viva e eficaz” (Hebreus 4:12).

Semeie a Palavra até mesmo ao cumprimentar alguém. Um versículo, uma palavra de esperança, um conselho bíblico podem ser sementes lançadas em corações cansados. Como disse Jesus:

“O semeador saiu a semear” (Mateus 13:3).

Nem sempre vemos o fruto imediato, mas Deus garante o crescimento no tempo certo (1 Coríntios 3:6).

Leve a Palavra a todos os cantos e por todos os meios. Hoje, além das ruas e das casas, temos as redes sociais, mensagens, imagens e vídeos como ferramentas poderosas para proclamar o Evangelho. A ordem continua válida:

“Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15).

Proclamar a Palavra é um sinal de que entendemos a esperança da volta de Cristo. A Bíblia afirma:

“E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo… então virá o fim” (Mateus 24:14).

Jesus está voltando, e o tempo é curto.

São poucos os ceifeiros e também poucos os que se dispõem a semear com fidelidade. O próprio Jesus declarou:

“A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos” (Mateus 9:37).

“O semeador semeia a palavra” (Marcos 4:14).

Por isso, cada cristão é chamado a assumir sua responsabilidade, não com medo, mas com fé.

Que não sejamos apenas ouvintes da Palavra, mas praticantes e anunciadores dela. Pois “quão formosos são os pés dos que anunciam o evangelho da paz” (Romanos 10:15).

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Quando o domínio próprio vale mais que a conquista


Vladimir Chaves

“Melhor é o homem paciente do que o guerreiro; mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade.” Provérbios 16:32

Quem vence, quem reage com firmeza, quem impõe sua vontade costuma ser admirado. No entanto, a sabedoria bíblica nos convida a olhar para uma realidade mais profunda: a verdadeira grandeza não está no poder externo, mas no domínio interior.

Nos tempos bíblicos, conquistar uma cidade era uma das maiores demonstrações de força e honra. Um guerreiro vitorioso era celebrado como herói. Ainda assim, o provérbio afirma que alguém paciente é maior do que esse guerreiro. Isso nos ensina que controlar as próprias emoções exige mais coragem do que enfrentar inimigos armados.

Dominar o espírito significa aprender a lidar com a raiva, com a ansiedade, com o orgulho e com a vontade de reagir impulsivamente. É escolher o silêncio quando a resposta dura parece mais fácil. É agir com equilíbrio quando o coração pede vingança. Essa luta acontece dentro de nós, diariamente, e muitas vezes passa despercebida pelos outros, mas é profundamente valorizada por Deus.

Muitas derrotas da vida não acontecem por falta de força, mas por falta de domínio próprio. Palavras ditas no calor do momento, decisões tomadas sem reflexão e reações impulsivas podem destruir aquilo que levou anos para ser construído. Por isso, a Bíblia nos ensina que vencer a si mesmo é uma das maiores vitórias que alguém pode alcançar.

Esse provérbio nos chama a refletir sobre nossas atitudes. Temos sido rápidos para reagir ou pacientes para ouvir? Temos buscado vencer discussões ou preservar a paz? A sabedoria divina nos mostra que nem toda batalha precisa ser travada e que, muitas vezes, o maior sinal de força é saber se controlar.

No fim, conquistar cidades impressiona os homens, mas dominar o próprio espírito agrada a Deus. E essa conquista, embora silenciosa, produz frutos de paz, maturidade e sabedoria que permanecem por toda a vida.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

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O poder da palavra semeada


Vladimir Chaves

Jesus ensina de maneira simples, porém profundamente espiritual: “O semeador semeia a palavra” (Marcos 4:14).

Com essa afirmação, Ele revela que a semente lançada não é qualquer discurso humano, mas a Palavra de Deus; viva, verdadeira e carregada de poder para gerar vida, fé e transformação no coração daquele que a recebe.

A Palavra não é estática nem vazia. Ela carrega em si o poder criador do próprio Deus, pois “a palavra de Deus é viva e eficaz” (Hebreus 4:12). Onde ela é semeada, há potencial de crescimento espiritual, arrependimento, cura interior e frutos que permanecem.

O semeador, segundo Jesus, é todo aquele que anuncia essa Palavra. Pode ser um pregador no púlpito, um professor em sala de aula, um pai dentro de casa, um cristão no ambiente de trabalho ou até mesmo alguém em uma conversa simples do cotidiano. O chamado para semear não está restrito a um lugar ou função específica, mas faz parte da missão de todo discípulo de Cristo.

Nesse processo, Jesus deixa claro que o poder não está na eloquência, na técnica ou na capacidade humana de quem semeia. A Palavra não é opinião pessoal nem filosofia humana. O poder está na semente, não no semeador. Cabe a nós lançar; cabe a Deus dar o crescimento. “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus” (1 Coríntios 3:6).

Ao nos ensinar sobre a semeadura, o Senhor também nos chama à perseverança. Nem todas as sementes produzem frutos imediatos. Algumas parecem cair em solos endurecidos, outras encontram superficialidade ou distrações, e algumas precisam de tempo para germinar. Ainda assim, somos chamados a semear com fidelidade, confiando que Deus trabalha no tempo certo e da forma perfeita.

Esse ensino nos conduz a uma reflexão pessoal e profunda. Além de semeadores, somos também solo. O nosso coração pode estar endurecido pelas dores, superficial pela falta de raízes, sufocado pelas preocupações da vida ou preparado para receber a Palavra com humildade e fé.

Diante disso, a pergunta se torna inevitável: Que tipo de solo tenho sido para a Palavra de Deus?

Que o Senhor nos conceda um coração sensível, quebrantado e disposto a receber Sua Palavra, guardá-la com zelo e permitir que ela produza frutos abundantes. Que a semente lançada em nós gere uma vida que glorifique o Seu nome, testemunhe do Seu amor e manifeste a obra transformadora do Evangelho.

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Quando a sua busca por Deus incomoda quem prefere o pecado


Vladimir Chaves

“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2)

Buscar a Deus de verdade nunca foi um caminho confortável para todos. Quando alguém decide abandonar práticas erradas, mudar atitudes e viver segundo a vontade do Senhor, isso acaba confrontando quem prefere continuar no erro. A luz revela aquilo que muitos tentam esconder.

Muitas pessoas desejam que você continue como elas estão, porque assim não precisam rever suas escolhas. A permanência no pecado cria uma falsa sensação de segurança espiritual, onde se acredita que é possível viver longe da obediência e, ainda assim, afirmar que Deus aprova tudo. Porém, a Palavra nos ensina que Deus é santo e nos chama para uma vida transformada, não para uma fé de aparência.

A verdadeira busca por Deus exige renúncia, arrependimento e mudança de rumo. Nem todos aceitarão essa decisão, e isso faz parte do caminho cristão. A aprovação que realmente importa não vem das pessoas, mas do próprio Deus, que honra aqueles que escolhem andar na luz, mesmo quando isso causa desconforto ao redor.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

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O perigo das pessoas que elogiam na frente e atacam pelas costas


Vladimir Chaves

“O ódio se encobre com falsidade dos lábios, e o que difama ajunta dolo.” (Provérbios 10:18)

Esse versículo reforça que palavras falsas não são apenas um erro de comunicação, mas um perigo espiritual. Deus valoriza a verdade que liberta, não a aparência que engana.

Um dos comportamentos mais perigosos nos relacionamentos humanos é a falsidade disfarçada de gentileza. Há pessoas que elogiam na frente, sorriem, aparentam apoio, mas quando se afastam usam palavras como armas. Esse tipo de atitude não fere apenas a reputação do outro, mas corrói a confiança, destrói vínculos e espalha divisão.

O elogio falso não edifica; ele prepara o terreno para a queda. Quem age assim não busca o bem, mas vantagem própria, reconhecimento ou aceitação. Por trás das palavras doces, escondem-se intenções amargas. A Bíblia nos alerta que esse comportamento não é inofensivo: ele revela um coração dividido, que fala o que não vive.

Por isso, é preciso discernimento. Nem toda palavra bonita carrega verdade, e nem todo sorriso revela lealdade. O cristão é chamado a viver na luz, com coerência entre o que fala em público e o que pensa em particular. A sinceridade pode até ser firme, mas ela preserva; já a falsidade destrói silenciosamente.

Mais do que se proteger de pessoas assim, o maior desafio é não se tornar uma delas. Que nossas palavras sejam verdadeiras, nossas atitudes transparentes e nosso coração alinhado com aquilo que confessamos.

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A iniciativa soberana de Deus na salvação


Vladimir Chaves

Quando a Bíblia afirma que Deus amou o mundo e enviou o seu Filho, ela nos conduz ao coração da fé cristã. O envio de Jesus não foi um gesto impulsivo nem uma resposta tardia ao pecado humano, mas a maior e mais clara revelação do amor do Pai. Um amor que não depende de mérito, esforço ou merecimento, mas que nasce da própria natureza de Deus, pois “Deus é amor”.

Esse amor, chamado nas Escrituras de agápē, é profundo, constante e sacrificial. Ele se dirige a um mundo rebelde, ferido e distante, não para condená-lo, mas para resgatá-lo. O Pai não olhou para a humanidade buscando razões para amar; Ele amou porque amar é o que Ele é. Assim, o envio do Filho revela um amor que se inclina, que busca o bem do outro e que se entrega totalmente para que haja vida.

Desde antes da fundação do mundo, Deus já havia decidido agir em favor da humanidade caída. A salvação não começou com o arrependimento humano, mas com a iniciativa soberana de Deus. Antes que alguém o buscasse, Ele já havia planejado o caminho da redenção em Cristo. Isso nos lembra que a fé não é o ponto de partida da salvação, mas a resposta ao amor que primeiro nos alcançou.

O envio do Filho também revela a perfeita harmonia da Trindade. O Pai envia, o Filho se entrega voluntariamente e o Espírito Santo aplica essa obra aos corações. Não há competição, nem desigualdade, mas unidade de propósito e plenitude de amor. A missão de Jesus não diminui sua divindade, mas manifesta o plano eterno do Deus Triúno em ação.

Diante desse amor, resta-nos contemplar, agradecer e responder. O envio do Filho nos convida a viver não mais sob o peso da culpa, mas na certeza da graça. É um chamado para confiar, descansar e permitir que esse amor transforme nossa forma de viver, amar e servir. Afinal, quem foi alcançado por um amor tão grande não permanece o mesmo.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

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Palavras que nascem de um coração em paz


Vladimir Chaves

“Descanse no Senhor e aguarde por Ele com paciência.” Salmo 37:7

Aquietar o coração é um exercício de fé e maturidade espiritual. Em um mundo apressado, onde as emoções muitas vezes falam mais alto que a razão, somos constantemente tentados a responder no impulso, a falar antes de ouvir e a agir antes de refletir. A Palavra nos ensina que o descanso interior é um caminho seguro para decisões mais sábias.

Quando o coração se aquieta, a ansiedade perde força, a ira é controlada e a confusão dá lugar ao discernimento. É nesse ambiente de silêncio e entrega que aprendemos a ouvir melhor; não apenas as pessoas ao nosso redor, mas principalmente a direção de Deus. Muitas palavras ditas sem reflexão podem ferir; já aquelas que nascem de um coração em paz costumam edificar.

Esperar no Senhor não é passividade, mas confiança. É reconhecer que Ele trabalha mesmo quando não vemos resultados imediatos. Ao escolher aquietar o coração, permitimos que Deus conduza nossos pensamentos, nossas palavras e nossas atitudes, livrando-nos de decisões precipitadas.

A quietude diante de Deus transforma a forma como falamos e vivemos. Ela nos ensina a responder com sabedoria, a agir com prudência e a confiar que, no tempo certo, o Senhor se manifesta. Quem aprende a descansar em Deus descobre que o silêncio do coração também é um lugar de direção e crescimento espiritual.

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Guardar a mente para preservar a paz


Vladimir Chaves

Filipenses 4:8 nos lembra de uma verdade simples, mas profunda: a forma como pensamos influencia diretamente a forma como vivemos. Paulo escreve essas palavras não de um lugar confortável, mas da prisão. Mesmo assim, ele fala de paz, equilíbrio e alegria. Isso nos ensina que a paz não depende das circunstâncias externas, mas do que permitimos ocupar a nossa mente.

Todos os dias somos expostos a pensamentos que geram medo, ansiedade, ira e desânimo. Quando alimentamos essas ideias, o coração se enfraquece e a fé se torna pesada. Por isso, Paulo nos convida a fazer uma escolha consciente: direcionar o pensamento para aquilo que é verdadeiro, justo, puro e digno de louvor.

Pensar no que é verdadeiro é rejeitar a mentira que diz que não há saída. Pensar no que é justo é lembrar que Deus continua sendo fiel, mesmo quando não entendemos tudo. Pensar no que é puro e amável é permitir que o amor de Deus cure feridas internas e transforme nossas atitudes. Pensar no que é de boa fama é preservar um coração limpo, que glorifica a Deus em vez de se contaminar com o mal.

Esse texto não nos chama a ignorar os problemas, mas a enfrentá-los com a mente alinhada com o céu. Quando escolhemos pensar segundo os valores do Reino, nossa visão muda, nossas reações mudam e nossa esperança é renovada. A paz de Deus encontra espaço para permanecer em nós.

Cuidar da mente é um ato espiritual. É uma forma de adoração silenciosa, praticada todos os dias. Quando guardamos os pensamentos, guardamos também o coração. E quando o coração está firmado em Deus, a vida se torna mais leve, mesmo em meio às lutas.

Que Filipenses 4:8 seja não apenas um versículo conhecido, mas um caminho diário para viver com fé, equilíbrio e paz.

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