Se por um lado a presidente
Dilma Rousseff (PT), contando com o apoio dos fisiologistas do Congresso
Nacional, promove o maior arrocho fiscal da história do país, aumentando
impostos e taxas, e até subtraindo direitos trabalhistas a pretexto de
equilibrar as contas do país que a ingerência do “Dilma I” destroçou, por outro
lado as despesas do governo Dilma II e do Congresso Nacional só aumentam.
O mais novo disparate é o contrato da empresa inglesa Inmarsat, para instalar um moderno sistema de internet nos aviões da presidência. Segundo a coluna do jornalista Cláudio Humberto, o custo do contrato é de R$ 2,3 milhões por ano, além de R$ 188 mil mês com internet.
Confira abaixo a nota do
Cláudio Humberto publicada no site Diário do Poder:
"Dilma não dispensa
internet rápida nem quando viaja no “Air Force 51”, que custou ao contribuinte
R$ 156 milhões, e no jatinho da Embraer: a Presidência contratou internet, fax
e telefone via satélite exclusivos para serem usados nos dois aviões dela. O
custo é de R$ 2,3 milhões por ano e usa exclusivamente equipamentos
SwiftBroadband, da inglesa Inmarsat, que tem rede de 11 satélites espalhados
pelo mundo.
A previsão da Presidência
é de que o telefone satélite do avião custe R$ 2 mil/mês; o fax, R$ 1 mil/mês;
e a internet, R$ 188 mil por mês.
As empresas de telefonia
brasileiras não possuem a tecnologia exigida por Dilma para equipar os jatos:
teve de apelar para a empresa inglesa.
Dilma “contorna” com tecnologia inglesa problema típico brasileiro: internet péssima. A diferença é que a conta não é ela quem paga.
O contrato de R$ 2,3
milhões por ano para bancar internet via satélite nos aviões de Dilma é válido
por 12 meses e renovável por até 5 anos."
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